A "morte" da Europa
A própria política - um circo para destruição, na medida em que serve (como a religião, desespero e restantes dogmas) para esconder as verdadeiras incógnitas e respostas da natureza humana.
Assim, por meio de guerras, boicotes e catastróficas políticas económicas de aquisições de material de guerra, que levam ao endividamento, a que se acresce a troca da dependência energética da Rússia pela caríssima alternativa americana, a destruição do sector primário (nomeadamente a agricultura), gerou-se no Ocidente uma especulação que levou à inflação dos bens essenciais e ao aumento da habitação (em virtude da aquisição por grosso de habitação como investimento de fundos financeiros de origem pouco clara).
O Estado social posto em causa em virtude do endividamento, as agências financeiras descem por consequência a nota dada à dívida soberana (rating) e, com isto, a galope sobem os juros da nova dívida e esta progressiva “destruição” das finanças pelas elites através de lobbying junto do poder político, esvazia os cofres do Estado Social para compras ao parque militar da decadente América, sob o pretexto de defender a Europa de uma Rússia distante (que entretanto tem já comprador para o combustível excedente do mercado Europeu - através de um gasoduto que abastece a China e através da Mongólia).
Quem sofre com tudo isto? A liberdade do povo do Ocidente, que vai seguindo o populismo por não ter alternativas políticas. A própria política - um circo para destruição, na medida em que serve (como a religião, desespero e restantes dogmas) para esconder as verdadeiras incógnitas e respostas da natureza humana. As elites buscam a cegueira, o controlo de tudo (mesmo da alma) comprometido pelo ópio mediático do consumismo por créditos…
Objectivo final das elites?! Criar um controlo, a internet de tudo (abolição do dinheiro físico, identificação e saúde digitalizada) - tendo tudo controlado por uma singularidade de inteligência artificial… Liberdade a troco de uma amordaçada estabilidade!
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